domingo, 17 de agosto de 2008

Para um que mal entende... Três que bem explicam...

Os Dolphins se vêem compelidos a explicar um possível mal-entendido gerado pelos últimos acontecimentos faconianos e comentários na comunidade da turma de jornalismo 2007.2. Fique bem claro que, para nós, não se trata de “descer o nível” ou tecer comentários ofensivos a ninguém; como o fazem pessoas que recebem uma educação, no mínimo, duvidosa.

Para nós este post é nada mais, nada menos, que uma resposta a certos comentários ásperos feitos a um de nossos componentes. É bom assim, para ficar tudo “explicadinho” (vejamos se usando vocabulário dos pagodeiros - nada contra pagodeiros - somos mais compreendidos desta vez).

Antes de tudo, justificar a opinião de cada um a respeito do outro não convém. Portanto, nos deteremos aos fatos. Se alguns dos comentários tecidos na comunidade não forem verdadeiros, entendemos que obviamente eles foram feitos na intenção mínima de incomodar o colega, nunca de ofender pessoalmente ninguém. E esperávamos que nos entendessem desta forma.

Mas convenhamos... Não se pode esperar muito entendimento de alguém que mal acaba de ingressar na universidade e já se acha inteligente demais, muito mais do que seus próprios colegas e amigos (será?); por arrancar alguns elogios de um professor, (fato que preferimos não questionar, para não dizerem por aí que não acreditamos nas pessoas, mesmo que a fonte tenha sido no mínimo, parcial. Façamos, então, de conta que “implorar” foi uma “escolha infeliz”).

Também não duvidamos da capacidade da colega, até admiramos a sua prepotência e auto-estima (para não dizer supervalorização) bem trabalhada. Apostamos que ambos são resultados de anos de terapia (e só podem ser). Engraçado mesmo é essa “tamanha capacidade” não ter sido percebida no mencionado episódio, que convenhamos, ofereceu uma excelente oportunidade de demonstrar seu “talentinho” (está conseguindo acompanhar ou quer que a gente desenhe?).

Por falar em demonstrar... Não sabemos bem ao certo se foram os valores invertidos dessa sociedade pós-moderna (e essa foi para vocês, fãs de Stuart Hall!) ou a lamentável opinião de alguns que geraram tamanha confusão. Porque para nós, educados em lares cristãos com valores morais bem definidos (ou nem tanto assim – hehehehe...), o que a cara futura colega de profissão encara como disfarce para alguns quilos a mais, é simplesmente um sinal de decência.

Lamentamos, por fim, os “maduros” (licença poética...) comentários de alguém que, além de não se satisfazer ao tentar chamar atenção pela sua “boa” aparência (licença poética, o retorno do Jedi), agiu como a adulta que é (licença poética, a volta dos que não foram) e revelou (que orgulho!) sua verdadeira idade mental; que ao contrário do seu peso, não é a ideal.

Continue assim, querida! Você está trilhando o caminho mais correto para o estabelecimento de verdadeiras amizades, sendo assim desse teu jeitinho... Tão simpática, nem um pouco rude, cheia de classe (obviamente sua maior qualidade) e, é claro, sendo tão bem-humorada. Afinal de contas, já que você conseguiu passar uma boa “impressãozinha” (hihihihi), o que te resta agora é conseguir mantê-la.

Best Friends Forever, Anne.

* Enjoy, bitch!

domingo, 18 de maio de 2008

Anne : plus retardé, mieux!*

*Anne: quanto mais atrasado, melhor!

Não, nós não morremos!

E certamente não fomos pra Rehab por causa do álcool (pelo menos ainda)!
Como vocês, caríssimos leitores, devem ter conhecimento já que nos vêem todos os dias na Facom. Não damos justificativas (principalmente porque vocês não as merecem), mas ficamos tanto tempo sem postar por um motivo simplesmente: tínhamos coisas mais importantes a fazer!
Os fãs mais ardorosos e desesperados desse nosso “humilde” blog (leia-se Bárbara Lisiak, ex-foca e ex-rival marítima e Daniel Frediani, que todo dia nos perguntam do Anne) podem sossegar. O Anne Marie continua vivo e os Dolphins continuam tão venenosos como antes.
Apenas mais ocupados.
Mas a enrolação acaba agora, nós sabemos que vocês estão ansiosos para conhecer a nossa próxima vítima... Porque do Anne Marie “não adianta fugir, não adianta se esconder”.
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Últimas Notícias


Porque nós do Anne Marie não fofocamos, apenas repassamos informações.
“Será que ele usa?” é a pergunta que não quer calar! Mas será que você quer mesmo saber a resposta?

Existe um burburinho correndo pelos corredores da Facom que cada vez mais ganha espaço de forma incômoda e gera controvérsias. Os envolvidos na fofoca da vez são certo professor, - famoso pela polemicidade que sua pessoa cria e pelas famosas disputas com seus ilustres colegas de trabalho- “os meninos dos seus olhos” (ou de outros lugares, o nome fica ao seu critério) e a ausência de... Ceroulas.

Isso mesmo, menino amarelo. Você leu corretamente. Dizem por aí que o protagonista da fofoca da vez abomina o uso da “peça íntima do vestuário masculino, usada sob as calças”. Leia-se, cueca.
E a pergunta que não quer calar é: será que é verdade? Será que ele não usa?

O Anne Marie leva a sério o seu compromisso de trazer informação a nossa sociedade, por mais inútil que esta informação seja. Então combinamos de embarcar na perigosa (assustadora, apavorante e que nos garantiria 10 anos de terapia) missão de descobrir a veracidade do boato. Mas Dolphin, além de esperto, é sortudo, e garantimos o sucesso da nossa incumbência sem nem ao menos precisarmos sair do nosso P.E.T. (Posto de Encontros Traiçoeiros).

Nossa fonte confiável nos revelou que em conversa particular com o próprio, o objeto da especulação (o ser humano, não as “partes” dele, menino de playboy!), descobriu que o burburinho que toma conta da Facom é verdadeiro! “O dito cujo” não usa cuecas no dito cujo dele porque não gosta e porque, citando nossa fonte, “faz calor”.

A Facom é cheia de bicho estranho [os calouros, o PET, um cachorro nas últimas que ronda por lá, os micos-leão-dourados de Gracielita...] e agora tem mais um acréscimo a sua estimada coleção: o peru de... Bom... De Você-sabe-quem. E se não souber, a culpa é de quem?

Vai se informar, menininho amarelo!

domingo, 13 de abril de 2008

Queridos fãs!!!!!

O Anne Marie está aqui para explicar porque ficamos quase 1 mês sem postar nada, nesse magnífico blog de análise do comportamento social da Facom e de outros muquifos, digo, lugares!
Recentemente recebemos o convite de nos lançarmos em uma nova empreitada de sucesso e glorificação: um programa na Rádio Facom. Resolvemos estudar a proposta e, venho comunicar a vocês que essa proposta tem 99% de chance de se tornar realidade! Isso mesmo, o Anne Marie não se conformou apenas com o papel e a internet, e resolveu partir para algo mais trabalhoso e arriscado. Confessamos que nós, os Dolphins, ficamos apreensivos de assumir uma responsabilidade tão grande, mas depois, esse espírito humilde foi embora e então pensamos que é moleza produzir e apresentar um programa de rádio, afinal de contas, se até o CFC [Conspiração Futebol Clube, não os clorofluorcarbonetos] consegue, porque não conseguiríamos?
O Anne Marie não faliu, a fonte não secou; apenas estávamos nos preparando pra o programa que promete ser o maior sucesso da Rádio Facom!

Os Dolphins!

quinta-feira, 13 de março de 2008

"Ont changé les postes, rien n'a pas changé..."

“Mudaram as estações, nada mudou...”.
* Homenagem dos Dolphins aos poliglotas faconianos


Que calouro é um ser totalmente estranho, todos nós já sabemos. Quem já foi um sabe disso, e quem é custa a descobrir o quão estranho se é!
E o fato que calouro não é ouvido, respeitado e tem deveres (pagar o dinheiro da Entregação, alugar uma casa, levar tinta em lugares impublicáveis...) e praticamente nenhum direito não ajuda essas pobres criancinhas perdidas na Selva de Pedra que é nossa “amada” Faculdade de Comunicação.

Nós, Dolphins, sabíamos que os calouros que entrariam agora na Facom seriam majoritariamente estranhos. Sempre é assim. Nosso olhar afiado e preciso intuiu logo os futuros bolsistas do PET (e que desgosto!); aqueles que gostam de ler Dostoievski; os emos; indies; sequelados; calouros que têm blog e acham que escrevem bem; que tem no seu apelido um trocadilho infame e que ele mesmo reproduz; calouro que já decidiu o tema de sua monografia; que participou da seleção do High School Musical (acredite se quiser...); que canta, dança e sapateia; calouros-melhores-amigos trocando juras de amor eterno pelo Orkut (sim... admitimos: olhamos seus perfis! Curiosidade?? Nãããão... pesquisa de campo!); calouro que finge não gostar de arrocha para não parecer menos intelectual (aliás, como a maioria dos alunos da Facom); que dá carona aos veteranos (a propósito...Valeu!); os que gostam de fazer “vocês sabem o que” na varandinha; os fanáticos por futebol; as meninas e os meninos amarelos; os futuros meninos-do-CA...

Enfim! Toda aquela anormalidade tão característica da nossa faculdade.

Mas, como sempre há uma luz no fim do túnel (e não é o trem vindo, idiotas! ¬¬), conseguimos (com muito esforço e força de vontade!) achar pessoas “normais”, como nós. Quem sabe algum calouro guarda dentro de si o potencial dolphiano que nosso bando - grupo, cardume, facção, partido, seita, quadrilha – revelou no semestre passado.

Voltando à anormalidade dos calouros, tocaremos num ponto de extrema delicadeza (não, não é aquele ponto delicado, idiotas [2]! ¬¬) e importância para os faconianos: São Lázaro. A famosa tarde em São Lázaro - que modéstia à parte era muito boa quando ia apenas a nossa turma dos 2007.2 – na última sexta-feira (07/03) foi um bosta, uma merda, um coliforme fecal!

Eu, você e todo mundo estava lá. Todo mundo mesmo. Apareceram calouros, veteranos, jurássicos faconianos e até os relativamente famosos e desconhecidos de pelo menos 99% dos presentes: os “facomtativos”* (veteranos que dão as caras em dia de festa e raramente para uma aula). Deveria ter sido ótimo. Mas não foi, nem de longe.

Horrível é uma palavra que soa relativamente modesta para definir a decepção que o primeiro São Lázaro do ano foi para nós. A segregação observada na Festa da Entregação prevaleceu em um encontro que tinha como propósito unir, integrar. Mas não foi bem assim. Os veteranos mais “descolados” foram para um lado, os mais “alternativos” para outro. Os calouros divididos em panelinhas que já (!) existem e de vez em quando um puxando conversa e dando ousadia ao outro.

Poucos tentavam uma interação mais heterogênea entre grupos e mesmo com a cerveja rolando solta, havia certo desconforto pairando no ar. Os calouros, bichos estranhos, não ajudavam. Eram extremamente tímidos ou exageradamente efusivos o que, concordemos, é ligeiramente irritante e não facilitava o processo de veteranos empenhados – e este empenhado é uma licença poética – em conhecê-los melhor.

A “festa” acabou retornando ao lugar comum da Facom: calouros para um lado, veteranos pra outro. Lamentamos o fracasso do primeiro São Lázaro de integração e informamos aos calouros que gostaram: aquilo já teve dias melhores. Os Dolphins desejam melhor sorte no próximo encontro, que deverá contar com a nossa presença porque precisamos reunir material para este blog, não é mesmo minha gente?

* Facomtativos é um termo de uso exclusivo dos Dolphins.

Anne Marie Merchandising!

Dolphins!

domingo, 2 de março de 2008

Estamos de volta!

E é com imenso prazer que a família Dolphin inaugura seu espaço na rede. Por quê?! Porque não conseguimos imaginar nosso semestre e resto de nossas vidas sem a brilhante idéia incentivada por Maurício Tavares, a de falar mal dos outros, ops, de fazer fanzines. Unidos sobre os pilares de amizade formada durante o ano passado.

Não palhaços, não estamos falando da turma de 2007.2! Estamos falando do tão esperado e temido Anne Marie. A desunião que prevalecia em nosso grupo foi embora muito antes do Anne Marie dar o ar de sua graça, e aprendemos com o Misto Quente a manter a pose pra o público externo, mesmo quando internamente estamos tentando nos matar!
Para uns, pode parecer uma idéia arriscada voltar a escrever um fanzine que esteve na mira de muitos, mas MUITOS alunos. Não por admiração é claro. Por ódio! Mas tenham certeza, nós amamos vocês, queridas vítimas.


E desta vez o Anne Marie é online. O que começou como uma simples mini-revista terá continuidade como um blog, sem querer imitar nosso querido amigo e vizinho do Bob Esponja com o infame Circunferência!

Dolphins!